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O impacto da enfermidade

de Alzheimer na família

 

 

Federico Ortíz-Moreno *

 

 

Alzheimer é uma das enfermidades mais terrível que pode existir, pois destroi não só a pessoa que padece, como também a família sofre as consequências.  Ter que cuidar de um paciente que não entende as coisas e ao mesmo tempo não saber entender, faz mudar nossa vida completamente. Somos incompreedidos, a família se afasta, se separa... As pessoas pensam que tudo isso que contamos, são puras invenções, que a pessoa está bem, que são coisas da edade, que não se debe preocupar... A realidade é outra...não tem compreenção, só tem solidao, tristeza, raiva, desespero, medo do futuro, medo de ficar só, medo de perderlo todo...!

 

 

Alzheimer é uma das enfermidades mais terrível que pode existir, pois destroi não só a pessoa que padece, como também a família sofre as consequências.

 

Ter que cuidar de um paciente que não entende as coisas e ao mesmo tempo não saber entender, faz mudar nossa vida completamente. Somos incompreedidos, a família se afasta, se separa... As pessoas pensam que tudo isso que contamos, são puras invenções, que a pessoa está bem, que são coisas da edade, que não se debe preocupar... A realidade é outra...não tem compreenção, só tem solidao, tristeza, raiva, desespero, medo do futuro, medo de ficar só, medo de perderlo todo...!

 

Convivendo com a enfermidade

 

Quem já viveu a tragédia de estar ao cuidado de um enfermo de Alzheimer, sabe o difícil que é enfrentar dia após dia novas situações, a maioria das vezes desesperamos, tudo se escurece, tudo vem por água a baixo. Logo, pedimos ajuda e ésta nos leva. As pessoas não nos comprende, não vive as 24 h . do dia com um enfermo... e nós, a família e o responsável nos sentimos mais sozinhos.

 

São muitos os problemas que enfrentamos. Sentimos medo, raiva, angútia, desesperacão, solidão... sentimos tantas coisas que chega um momento em que explodimos ou simplesmente um vem para baixo sem poder continuar ajudando a nosso ser querido que está doente.

 

Ter uma família com Alzheimer é duro e devastador. Eu e você já passamos, já vimos e é muito difícil enfrentar uma situacão como essa e o pior é ainda quando ésta, a enfermidade, destroi praticamente toda a família. Desafortunadamente até agora não tem nenhuma cura. As investigações continuam, mas ainda falta muito por fazer.

 

 

Uma doença desgastante

 

A enfermidade de Alzheimer é uma doença francamente desgastante, pois não só é o enfermo quem padece como também a própria família. Um quer que o enfermo nos compreenda e nos dirigimos a ele de uma manera lógica, como se ele ou ela fossem entender; não nos damos conta que por desgraca, seu cerebro foi destruido, que ele não tem a culpa do que lhe aconteceu e que suas ações, muitas vezes agressivas são produtos da própria enfermidade.

 

Falando com calma, devagar, olho no olho, de mãos dadas, amando, mimando e respeitando, ajuda muito nesses casos. É óbvio que um se desespera quando eles não nos compreende, inquietos, repete e repete a mesma pergunta, querem sair de casa, esquecem das pessoas mais próximas, etc...Mas assim é a vida e devemos aceitar as coisas como são. Si a enfermidade é horrível e o processo que vive a família, especialmente a pessoa que é responsável de cuidar, é peor. Também devemos aprender a ver o lado positivo, pois quem teve a experência de ter vivido tudo isso, também sabe que tudo nos ajuda a dar mais valor na vida, saber como somos e o importante papel que temos no cuidado do enfermo.

 

Se deseja apoio, compreenção, se está desesperado, desesperada ou talvez deseja compartir suas experiências e que outras pessoas também aprendam com você, comunica-se a associação de Alzheimer mais próxima; com certeza aí te ajudaram.  

 

 

* Federico Ortíz-Moreno, psicólogo, egresado de la Universidad de Monterrey.

Fundador y primer presidente de la Asociación Alzheimer de Monterrey.

 

  

Algunos datos:

 

   ALZHEMER / Los números...    
     

 

  • En el mundo existen más de 36 millones de personas con Alzheimer.

  • Cada año 4.6 millones de personas más.

  • Un nuevo caso cada 4 segundos.  

  • El número de casos se duplica cada 20 años.

  • Para el 2030: Más de 75 millones.

  • Para el 2040: Más de 81 millones.  

  • Para el 2050: Más de 135 millones.  

  • En México: Más de 800 mil personas.

 

   
 
 
 
 
 
   

* Datos tomados de la ADI y fuentes varias.     

 

 

Información tomada de apuntes personales y fuentes varias.  

 

 


 

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