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A enfermidade de Alzheimer

 

Federico Ortíz-Moreno *

 

 

A doença de Alzheimer é uma enfermidade caracterizada pela diminuição das funções intelectuais da pessoa, acompanhada de uma consequente perda da memória e deterioração do pensamento. O doente de Alzheimer sofre uma drástica mudança na sua personalidade, com tendência a deprimir-se ou irritar-se. A pessoa perde a capacidade de seguir instruções, se confunde e se desorienta no tempo e no espaço, podendo inclusive chegar a perder-se em lugares conhecidos para ela. Além disso, a pessoa pode apresentar alterações de juizo, confundir seus seres queridos e, em muitos casos, até desconhecer-se a si mesmo.

 

 

 

 

A doença de Alzheimer é uma enfermidade caracterizada pela diminuição das funções intelectuais da pessoa, acompanhada de uma consequente perda da memória e deterioração do pensamento. O doente de Alzheimer sofre uma drástica mudança na sua personalidade, com tendência a deprimir-se ou irritar-se. A pessoa perde a capacidade de seguir instruções, se confunde e se desorienta no tempo e no espaço, podendo inclusive chegar a perder-se em lugares conhecidos para ela. Além disso, a pessoa pode apresentar alterações de juizo, confundir seus seres queridos e, em muitos casos, até desconhecer-se a si mesmo. Estas são algumas das perguntas mais frequentes a respeito da doença de Alzheimer

 

Que é a enfermidade de Alzheimer?

 

Alzheimer (palavra de origem alemã e pronunciada com h aspirado e com o ditongo “ei” = ai) é uma enfermidade progressiva e degenerativa do cérebro que provoca deterioração da memória, do pensamento e da conduta. Esta enfermidade produz uma diminuição das funções intelectuais suficientemente graves como para interferir com a capacidade do indivíduo para realizar atividades da vida diária.

 

A enfermidade de Alzheimer é a mais comúm das demências e científicamente se define como tal. Foi descrita pela primeira vez em 1907 pelo médico alemão Alois Alzheimer, de quem emprestou o nome. O processo é irreversível e até o momento não se conhece cura. Sabe-se que pouco a pouco se destroem os neurônios do cérebro e a passagem de informação entre as células e, por conseguinte, o contato com o mundo.

 

 

Quais são os sintomas mais comuns da enfermidade de Alzheimer?

 

Muitos dos primeiros sintomas da enfermidade podem não ser detectados facilmente porque se assemelham aos sinais naturais de envelhecimento, tais como o esquecimento, a perda da concentração, assim como problemas motrizes e de linguagem, incluindo dificuldades para falar e caminhar. Os sintomas mais comuns são:

 

  • Perda progressiva da memória.

  • Confusão e desorientação de tempo e espaço.

  • Repetição sucessiva da mesma pergunta.

  • Perder objetos, colocá-los ou escondê-los em lugares fora do comúm.

  • Mostrar agitação, inquietação e nervosismo

  • Querer ir-se de casa alegando que esta não é sua casa.

  • Perder-se inclusive em seu próprio bairro ou quadra.

  • Não poder reconhecer parentes próximos: esposa, esposo ou filhos.

  • Mostrar-se cansado, calado, triste ou deprimido.

  • Mostrar-se tenso, inquieto, irritável ou agressivo.

  • Mostrar-se paranóico ou suspeitar de todo mundo.

  • Apresentar alucinações, ver coisas ou escutar ruídos inexistentes.

 

 

Quem pode contrair a enfermidade de Alzheimer?

 

A enfermidade de Alzheimer afeta a todos por igual, sem distinção de nacionalidade, raça, grupo étnico ou social. Pode afetar tanto a homens quanto a mulheres, apesar de ser mais comúm entre as mulheres, mas é preciso ressaltar que éstas são mais longevas. Geralmente a enfermidade se apresenta depois dos 65 ou 70 anos, mas há casos de pessoas com menos de 50 anos, e inclusive com menos de 40, diagnosticadas com Alzheimer.

 

 

Qual é a incidência desta enfermidade no México?

 

Entre as enfermidades demenciais que afeta a pessoas de mais de 65 anos, a enfermidade de Alzheimer se apresenta como a quarta causa principal de morte no México, depois de enfermidades do coração, cáncer e diabete. O número estimado de casos desta doença neste país é de ao redor de 500 mil (meio milão de pessoas)

 

Em Monterrey, de acordo a um estudo realizado por esta associação, o número de casos pode atingir a cifra das 35 mil pessoas. De acôrdo com pesquisas anônimas aplicadas a familiares de pessoas afetadas, no caso específico de Monterrey, a incidência de casos é de 60% em mulheres e 40% em homens.

 

 

Qual é a causa da enfermidade de Alzheimer?

 

A causa da enfermidade de Alzheimer é desconhecida, entretanto estudos mais recentes de cientistas, médicos e pesquisadores indicam que cada vez há mais evidências de que se trata de uma enfermidade que se origina devido a múltiplos fatores, embora cada vez se insista mais na existência de um componente genético. Pesquisadores tem descoberto que certos gêns podem causar a doença. Estes gêns se encontram localizados nos cromosomas 1, 12, 14, 19 e 21. No entanto, além do componente genético, não se podem ignorar outros fatores como os virus, agentes tóxicos ou ambientais, metais, campos eletromagnéticos, processos inflamatórios ou golpes na cabeça, os quais podem provocar de uma forma conjunta ou isolada uma disfunção no funcionamento geral do organismo e no comportamento da pessoa.

 

Além disso, por experiência, é sabido que existem outros fatores que, de certo modo, podem antecipar a manifestação da doença. Estes fatores desencadeantes podem ser:

 

  • Perda do cônjuge, filho(a), ou parente próximo.

  • Mudança de residência.

  • Acidente de automóvil, apesar de não haver se apresentado lesões.

  • Qualquer tipo de intervenção quirúrgica ou anestesía.

  • Haver sofrido um golpe na cabeça.

  • Haver se aposentado ou haver sido demitido do trabalho.

  • Haver sido assaltado ou atacado.

  • Tensão ou stress emocional.

 

 

Como fazer um bom diagnóstico da enfermidade de Alzheimer?

 

Um bom diagnóstico da enfermidade deve tomar em consideração um estudo que inclui quatro aspectos importantes:

 

  • Um histórico médico que inclui sintomas e mudanças observadas.

  • Um exame físico completo que inclui análises de sangue e urina.

  • Um exame neurológico incluindo Raios-X, TAC, Eletro-Encéfalograma(EEG) e Ressonância Magnética.

  • Um exame do estado mental ou psicológico do paciente. Um dos mais conhecidos é o MMSE, também chamado Mini-Mental.

 

 

Existe alguma cura para a enfermidade de Alzheimer?

 

Até o momento não existe nenhúm tratamento para combater ou evitar o avanço da doença, o que têm sido objeto de estudo de cientistas, médicos e pesquisadores de todo o mundo. Entre os medicamentos mais utilizados em nosso meio está o Aricept (Donepezilo), também conhecido como Eranz, assim como o Exelon, também chamado Rivastigmina.

 

Outra droga nova é Galantamina (Reminyl), que demonstrou não somente uma melhoria em sintomas cognitive, mas também no comportamento, como o apatia, agitação, ansiedade, depressão e alucinações. Agora, Memantine ou Namenda são um dos medicaments novos mais usados. Esta droga trabalha no sistema nervoso na emissão das mensagens. Parece que o progresso de Alzheimer diminui no último estágio. Akatinol (Merz) e Ebixa (Lundbeck) são os nomes comerciais em México.

 

Fianlrmente, outro medicamento anteriormente utilizado é o Tacrine (Cognex), já está em desuso (principalmente por causar problemas hepáticos).

 

Convém esclarecer que o propósito da administração destes medicamentos não é precisamente o de curar, mas o de manter à pessoa um pouco mais lúcida e tranqüila; além do mais, eles podem funcionar somente durante a primeira e segunda etapas da enfermidade, não num estágio mais avançado da doença. Também convém lembrar que eles podem produzir efeitos colaterais e que um não necessariamente funciona melhor do que o outro.

 

Até o momento, mais que os medicamentos, a melhor alternativa para tratar o enfermo é amá-lo, respeitá-lo e dar-lhe uma melhor qualidade de vida. Tudo isto só se pode conseguir com amor, compreensão, carinho e respeito.

 

 

* Federico Ortíz-Moreno, psicólogo, egresado de la Universidad de Monterrey.

Fundador y primer presidente de la Asociación Alzheimer de Monterrey.

 

 

 

Algunos datos: 

 

   ALZHEMER / Los números...    
     

 

  • En el mundo existen más de 36 millones de personas con Alzheimer.

  • Cada año 4.6 millones de personas más.

  • Un nuevo caso cada 4 segundos.  

  • El número de casos se duplica cada 20 años.

  • Para el 2030: Más de 75 millones.

  • Para el 2040: Más de 81 millones.  

  • Para el 2050: Más de 135 millones.  

  • En México: Más de 800 mil personas.

 

   
 
 
 
 
 
   

* Datos tomados de la ADI y fuentes varias.     

 

 

Información tomada de apuntes personales y fuentes varias.  

 

 


 

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